O que começa por ser uma foto de final de tarde imersa numa ameaça de chuva, com a proximidade fria da pedra destacada pelo afastamento até à exclamação do farol sobre a paisagem, a meio caminho entre um território de fantasmas de marinheiros esquecidos e um espaço iluminado e desvanecido de sublimes graças dignas de fadas e elfos...
...redunda num pequeno poema nebuloso, de luz e cor indefinidas, refugiando-se num desfoque impossível aos olhos..
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