O olhar perdido num lugar íntimo, onde mais ninguém consegue entrar, no final de uma viagem ainda não terminada, como se os últimos metros fossem fonte de tanta insegurança quanto as centenas de quilómetros anteriores.
O equilíbrio nas cores, e nos espaços. A pacificação de contrastes em alguns conflitos, como o da luz com as trevas, do masculino com o feminino, do pai com os filhos.
Foi como se todas as nuvens de tempestade se reunissem sobre as bandeiras de todas as nações, e a única coisa que se destacasse, o verde da esperança e da vida, se limitasse a estar ali, presente, resisitindo o melhor que pode à tempestade... graças às suas raízes, e não às bandeiras.