"Oxidado entre azulado, tal como visto no espelho de Alice"Consegue-se vislumbrar a negação colorida da realidade fotografia nas pequenas farripas de falso reflexo da realidade alternativa de um imaginário qualquer.
Quente, frio. Molhado, seco. Campolide no Tejo, fazendo-me pensar num Tejo capaz de inundar Campolide, num ciclo contínuo de águas-livres enclausurando um cacilheiro num percurso sem saída.
O labirinto perfeito, de um só corredor circular.
Não consegui uma imagem nítida do mágico que, numa inocente caixa de papelão, guardava um buraco negro em que o horizonte e as carruagens se deixavam cair numa harmonia vertiginosa.





